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A PRESSA MATOU SEU VÍDEO

  • Foto do escritor: DOIS M
    DOIS M
  • 13 de abr.
  • 1 min de leitura

No início da doisM, eu tinha uma pressa perigosa. Eu acreditava que produtividade era sinônimo de câmera na mão o quanto antes. Para mim, reuniões de alinhamento, processos de kickoff ou aprovação formal de roteiro eram apenas burocracias que só atrasavam.


Nosso erro era não entender que o audiovisual é uma ferramenta de negócio.


Sem uma Pre-Production Meeting (PPM) ou um alinhamento estratégico, a gente baseava o trabalho em suposições. O resultado era um ciclo de refações infinito. A gente entregava o vídeo e o cliente dizia que a mensagem não era bem aquela, ou que o tom não batia com a marca. Aquela economia de tempo no planejamento se transformava em um prejuízo gigante na pós-produção.


Gastávamos o triplo da energia refazendo o que poderia ter sido resolvido com uma hora de conversa e um roteiro aprovado. O custo da pressa era o retrabalho.


Hoje, eu não começo um projeto sem que todas essas etapas estejam vencidas. Entendi que a segurança do cliente e a saúde da minha operação dependem da rigidez desse processo inicial. A estratégia já tá alinhada antes mesmo da equipe sair do escritório. Produzir com inteligência é, antes de tudo, ter a coragem de gastar mais tempo pensando do que gravando.


Quantas vezes tu já se frustrou com a produção de um vídeo mal planejado?

 
 
 

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